Espaço de divulgação de textos e novidades no mundo das Tecnologias Educacionais entre outras que acho interessante.
Thursday, April 22, 2021
Wednesday, March 31, 2021
Seminário internacional - Repensando o papel das tecnologias na educação
Olá pessoal,
Vocês já pararam para pensar como os diferentes países ao redor do mundo estão usando a tecnologia para garantir a educação das crianças e jovens? Será que é diferente da forma como usamos no Brasil?
Com o objetivo de gerar curiosidade e vontade de ver a palestra “Como os países estão usando a tecnologia para garantir a educação de todas as crianças e jovens”, realizada por Michael Trucano durante o Seminário internacional - Repensando o papel das tecnologias na educação, separei alguns pontos que me chamaram a atenção, espero que lhes provoquem curiosidade também.
Quem é Michael Trucano? Ele é Especialista Sênior em Políticas de Educação e Tecnologia do Banco Mundial e Líder Global de Inovação em Educação , trabalhando em questões na interseção do uso de tecnologia e educação em países de renda média e baixa e mercados emergentes em todo o mundo. (https://blogs.worldbank.org/team/michael-trucano)
A palestra começou com uma provocação:
Se muitas pessoas falam que a conectividade está “melhor” e “maior” e identificamos que existe um “gap” digital e de conectividade na educação, devemos nos questionar:
Que perguntas estamos fazendo sobre isso?
E
Que perguntas deveríamos fazer sobre isso?
Depois de trabalhar essa provocação, trouxe 7 considerações muito importantes sobre o tema:
- Quais são os objetivos educacionais que estamos tentando alcançar e como este esforço pode ser feito?
- Conectividade... Para onde? Para quem?
- Especificações técnicas vs funcionalidade?
- Quem paga?
- Como financiar?
- Investir apenas em conectividade?
- Como saber quando algo não está dando certo?
E terminou com cinco princípios que o Banco Mundial desenvolveu para dar apoio à educação no mundo todo com relação ao tema conectividade:
A conectividade deve:
- Ser para todos
- Ter abordagem ecossistêmica
- Empoderar os professores
- Ser aberta, interoperável, transparente
- Ser baseada em evidências, custo-benefício e interativo
Ficaram curiosos sobre como Michael Trucano abordou todos esses pontos? Deem um play no vídeo abaixo, assistam a palestra e deixem um comentário.
A palestra começa aos 16 minutos e vai até os 59 minutos
Abraço a todos!
Saturday, May 28, 2016
Uso das Redes Sociais como Ferramenta de apoio às práticas docentes
Pontos que destaco:
Os autores destacam que as TDIC possibilitam o processo de ensino/aprendizagem em tempos e espaços diferentes quando dizem que "diante das novas exigências da sociedade atual, permeada pelos avanços tecnológicos, faz-se necessária uma revisão e, principalmente, uma atualização das práticas exercidas nos espaços escolares, uma vez que, conforme Valente [1999, p. 35], “a realização de tarefas pode acontecer no mesmo local, porém em tempos diferentes”. Nesse sentido, a utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) no processo de ensino promove novas formas de acesso à informação e ao aprendizado, propiciando práticas que poderão ser desenvolvidas em um mesmo tempo, mas em espaços bem diversos" (pág 1).
Três categorias de análise e abordagem foram estabelecidas para delimitar os caminhos da pesquisa: colaboração entre alunos, avaliação da aprendizagem e relação professor-aluno (pág 5).
Com relação à metodologia de trabalho com os alunos, "Segundo Barkley [2005] apud Dotta [2011], é preciso que o docente estabeleça com muito cuidado os objetivos e trajetórias de aprendizado ao planejar uma atividade colaborativa, para que esta se torne significativa a todos os integrantes do grupo (pág 6).
Essa preocupação é destacada quando os os autores, concordando com Marcon, Machado e Carvalho [2012, p. 7], afirmam que, “por mais interesse que o sujeito tenha em aprender autonomamente, espera-se do docente mediador a orientação e a estruturação do que fazer e de que forma podemos prosseguir” (pág 8).
Por fim, trago na íntegra as considerações finais desse trabalho:
"Segundo Barcelos e Batista [2012], as Redes Sociais na Internet (RSI), têm sido utilizadas para fins pedagógicos, embora normalmente como repositórios de materiais diversos, sem questionar o valor dessas redes. Da mesma forma, Valente apud Klix [2011] questiona a relevância de práticas docentes que utilizem redes sociais, uma vezque, em sua maioria, tais iniciativas têm se restringido à divulgação de conteúdos que não foi possível apresentar em aula e/ou para receber atividades dos alunos, atitudes que apenas contribuem para transmitir informações".
"Esta pesquisa dialoga com os autores ao considerar que é preciso ir além, buscando compreender como se dão as interações entre alunos e professores e alunos e alunos, a fim de compreender como os nós interagem e estabelecem entre si colaboração da aprendizagem. A intenção da pesquisa é investigar práticas que ultrapassem tais situações, analisando a utilização da rede social como recurso didático e ferramenta de apoio ao processo de ensino e aprendizagem".
"A pesquisa evidenciou as potencialidades do Facebook como ferramenta de apoio, principalmente no que se refere à interação entre alunos, por ser uma alternativa coerente e de fácil execução, uma vez que professores e alunos já conhecem a rede social utilizando-a para fins pessoais, o que garante maior participação e adesão entre os envolvidos. Destaca-se como ponto negativo a ausência do professor no processo de mediação, embora se considere sua iniciativa de socializar a prática avaliativa, pois ao propiciar que o aluno divulgue seu trabalho e analise o trabalho do colega, o professor inova na prática avaliativa, dividindo com sua turma o processo de leitura e análise dos trabalhos, favorecendo o exercício da crítica, a divulgação de bons trabalhos e a colaboração todos-todos" (págs 8 e 9).
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Clique no link ao lado e boa leitura: Uso do Facebook como Recurso de Avaliação da Aprendizagem
Abaixo a apresentação dos autores no CBIE 2013.
Pontos que destaco:
Os autores falam das necessidades de uma adaptação ao processo de ensino aprendizagem, em virtude das mudanças que o mundo vem passando e dos novos desafios que chegam até nós todos os dias:
necessária “é a passagem de uma educação totalmente baseada na transmissão da informação, na instrução, para a criação de ambientes de aprendizagem nos quais o aluno realiza atividades e constrói o seu conhecimento” (pág. 344).
"Porém, a adaptação da escola às formas de lidar com o conhecimento e a informação na atualidade requer mudanças pedagógicas relacionadas à condução dessa geração [MOTA, 2009]. Isso porque para se desenvolver a autonomia e o controle do processo de aprendizagem do aluno faz-se necessário o emprego de pedagogias participativas, baseadas na colaboração, no diálogo e na cooperação" (pág. 344).
Especificamente sobre o Facebook os autores falam que "a utilização do Facebook nos processos educativos está de acordo com o que apontam Marcon, Machado e Carvalho [2012, p. 2], que defendem o uso de suas ferramentas dentro de uma lógica comunicacional, destacando suas características inerentes: “a participação, a interatividade, a comunicação, a autonomia, a cooperação, o compartilhamento, a multidirecionalidade”" (pág. 346) corroborando "Arantes, Freire e Simioni [2013] evidenciaram em suas pesquisas acerca do uso de redes sociais: cada vez mais os alunos reivindicam seu uso, pois as utilizam como espaço de interação, encontro, entretenimento e, até mesmo, para mobilização sócio-política (pág. 347).
"Destaca-se que como colaboração, compreende-se o conceito, já apresentado em outro trabalho [SOUZA e SCHNEIDER, 2013, p. 6], que diz respeito “à aprendizagem que ocorre e se desenvolve a partir da interação entre os indivíduos, numa proposta de construção do conhecimento movida pelas experiências partilhadas”, promovendo novos conhecimentos a partir daqueles que os geraram"" (pág. 349).
Por fim, trago na íntegra as considerações finais desse trabalho:
"Trata-se de um processo fundamental para que ocorra uma aprendizagem mais efetiva, renovadora, capaz de envolver a participação de todos, independente de idade, tempo e espaço. Para isso, é importante que o professor se torne, ele mesmo, usuário das ferramentas disponíveis nas redes sociais, explorando ao máximo suas potencialidades, participando de grupos, especialmente aqueles voltados para as práticas de ensino, afinal, a participação é o primeiro passo para essa apropriação, pois nunca se poderá utilizar com precisão uma ferramenta que não se conhece (pág. 350).
"A proposta de que um dos mais acessados sites de rede sociais, o Facebook, seja incorporado como ambiente de interação e comunicação pedagógicos se dá por sua arquitetura atraente, com ferramentas que permitem desenvolver diversas atividades e instigam a participação, protagonismo, colaboração e horizontalização das relações entre professores e alunos. Isso não quer dizer que o papel docente seja dispensável, ao contrário, a partir das experiências efetivadas nas pesquisas, fica evidente a importância do papel do professor, pois ele será o guia e mediador do processo de construção do conhecimento, oferecendo o norte para que o desempenho do discente" (pág. 350).
"Assim, segundo uma perspectiva dos próprios alunos, dentre os quais existem licenciandos e, posteriormente, futuros docente, avalia-se o uso do Facebook numa proposta de utilização como ambiente informal de aprendizagem em concomitância com o ensino presencial como capaz de facilitar o acesso do aluno aos conteúdos, motivar a participação e potencializar a colaboração entre os participantes" (pág. 350).
Friday, May 27, 2016
Cooperação na Complexidade: Possibilidades de Aprendizagem Matemática suportada por Tecnologias Digitais
Autores: Aline Silva De Bona (PPGIE/UFRGS), Patrícia Behling Schäfer (PPGIE/LEC/UFRGS), Léa da Cruz Fagundes (PPGIE/PPGPSI/LEC/UFRGS), Marcus Vinicius de Azevedo Basso (IM/UFRGS)
O presente trabalho busca abordar o conceito de aprendizagem cooperativa de forma aplicada por meio de um estudo de caso desenvolvido na interface da área da Matemática com as Tecnologias da Informação e Comunicação. A investigação tem suporte no conceito de cooperação oriundo da perspectiva da Epistemologia Genética de Piaget e da Teoria da Complexidade de Morin, e apresenta como sujeitos estudantes de ensino médio imersos em um espaço digital denominado Espaço de Aprendizagem Digital da Matemática, em que desenvolvem estratégias e resoluções para desafios matemáticos. Os resultados do trabalho apontam para benefícios de processos cooperativos desencadeados no ambiente digital para a aprendizagem dos estudantes.
Palavras-chave: Cooperação, Aprendizagem, Matemática, Espaço Digital
Pontos que achei importantes:
Aprofundando o conceito de transformação recíproca dos sujeitos envolvidos na produção comum, os autores citam o trabalho de Estrázulas (1999) no qual diz que "quando o pensamento próprio é confrontado com o de outrem, têm lugar as perturbações ou oscilações nas certezas temporárias que poderão viabilizar as transformações dos sistemas de significação e consequentes regulações para o avanço intelectual" (pág 4), mostrando o papel do professor que cabe a ele, sob o ponto de vista da aprendizagem, "proporcionar aos estudantes meios para que estes aprendam a cooperar, ação que pode ser facilitada pelas tecnologias digitais" (pág 4), favorecendo "contextualização das diferentes áreas do conhecimento e proporcionam um aprender a aprender coletivo, à medida que a cooperação se estabelece, com ações desenvolvidas por diferentes estudantes até que uma proposta ou atividade, por exemplo, seja compreendida pelo grupo" (pág 4).
Destaco na íntegra as considerações finais do trabalho, por achar um texto que precisa ser lido e estudado com calma:
"Primeiramente, é fundamental retomar em que âmbito se estabelece a diferenciação dos termos cooperação e colaboração. Se, por um lado, a colaboração suporta um profícuo método de pesquisa-ação, viabilizando a integração de esforços de professores-pesquisadores e aprendizes (igualmente pesquisadores) em investigações relacionadas à prática educacional, a cooperação oportuniza as transformações mútuas responsáveis pelos avanços na aprendizagem e na compreensão. A cooperação pressupõe a descentração intelectual, promovendo operações de correspondência, reciprocidade ou complementaridade que se refletem em modificações cognitivas do sujeito e do grupo em que toma parte"(pág 8).
"Em segundo lugar, destaca-se que as tecnologias digitais viabilizam e potencializam a aprendizagem de forma cooperativa, ilustrada no presente trabalho no âmbito da matemática. No entanto, favorecer a cooperação requer dos professores uma concepção de aprendizagem alinhada à necessidade de adaptação à constante reformulação do mundo e à capacidade de enfrentamento das novidades de um mundo complexo, segundo Morin (2000)" (pág 8).
"Salienta-se, ainda, o acompanhamento dos progressos na abstração dos estudantes no processo de aprendizagem cooperativa em ambiente digital como possibilidade de avaliação, como método que leve em conta o desenvolvimento humano, mais do que o desempenho baseado em condutas pontuais ou isoladas. Trata-se de uma perspectiva que privilegia a cooperação como prática complexa, desencadeada na solidariedade dos grupos como meio de progresso também intelectual (pág 8).
Boa Leitura!
Artigo: Cooperação na Complexidade: Possibilidades de Aprendizagem Matemática suportada por Tecnologias Digitais.
Autores: Aline Silva De Bona (PPGIE/UFRGS), Patrícia Behling Schäfer (PPGIE/LEC/UFRGS), Léa da Cruz Fagundes (PPGIE/PPGPSI/LEC/UFRGS), Marcus Vinicius de Azevedo Basso (IM/UFRGS)
Thursday, May 26, 2016
O aspecto relacional das interações na Web 2.0
Palavras-chave: Interação; Web 2.0; Relacionamento
Outro conceito importante trabalhado no artigo é o de Arquitetura da Participação, sugerindo que um ponto importante da passagem da Web 1.0 para a Web 2.0 é a passagem da ênfase na publicação para a ênfase na participação, tendo como consequência que "os serviços tornam-se melhores quanto mais pessoas o usarem" (pág 2).
O autor também destaca a importância da conexão e criação de pequenos grupos por interesse em paralelo aos grandes grupos geradores de informação, "o modelo informacional de um grande centro distribuidor de mensagens passa a competir com a lógica sistêmica da conexão de micro-redes. Em outras palavras, enquanto modelo massivo foca-se no centro, a Web 2.0 fortalece as bordas das rede" (pág 3).
O processo coletivo para a organização e recuperação de documentos eletrônicos também recebe destaque no texto através do conceito de folksonomia, "processo de geração de metadados (ou seja, dados sobre dados) através da associação de tags (etiquetas) a referências e materiais". (pág 4)
Com relação as interações, o autor destaca que uma rede social online "trata-se de um processo emergente que mantém sua existência através de interações entre os envolvidos" (pág 5) e que essa "interação social é caracterizada não apenas pelas mensagens trocadas (o conteúdo) e pelos interagentes que se encontram em um dado contexto (geográfico, social, político, temporal), mas também pelo relacionamento que existe entre eles30. Portanto, para estudar um processo de comunicação em uma interação social não basta olhar para um lado (eu) ou para o outro (tu, por exemplo). É preciso atentar para o “entre”: o relacionamento. Trata-se de uma construção coletiva, inventada pelos interagentes durante o processo, que não pode ser manipulada unilateralmente nem pré-determinada" (pág 5).
Fica a dia de leitura!
Artigo: "O aspecto relacional das interações na Web 2.0"
Autor: professor Alex Primo, Doutor em Informática na Educação; Professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Sunday, May 22, 2016
Você sabe gerir seu tempo?
Bom vídeo!
Sunday, April 10, 2016
Você conhece o trabalho do LIFE/FURB?
Vale a pena assistir, bom vídeo.
Se você quer saber mais sobre SketchUp, clique aqui.
Para conhecer um pouco mais sobre realidade aumentada, assista o vídeo abaixo:
Curso Produção Colaborativa de Conhecimento: Redes para Multiplicar e Aprender
- Colaboração na rede: possibilidades e reflexões
- A escrita a muitas mãos
- Produção multimídia colaborativa: criando para além do texto
Clique na imagem abaixo e faça a sua inscrição.
Sunday, February 28, 2016
Softwares para serem usados para criação de HQs em sala de aula
http://www.toondoo.com/ tutorial - http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/08/como-criar-suas-proprias-historias-em-quadrinhos-no-toondoo.html
https://www.pixton.com/br/
http://www.makebeliefscomix.com/Comix/
http://www.stripcreator.com/
http://stripgenerator.com/
Criação de HQ direto no computador
http://www.nied.unicamp.br/?q=content/hag%C3%A1qu%C3%AA
http://dmd2.webfactional.com/media/anais/Midias-na-educacao-construindo-historias-em-quadrinhos-a-partir-do-software-educativo-HagaQue..pdf
Quadrinhos com Software Livre
http://www.saposvoadores.com.br/2012/09/tutorial-como-fazer-historias-em-quadrinhos-com-softwares-gratuitos-html.html
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/arquivos/quadrinhos-livres.pdf
Outros
http://neinordin.com.br/um-software-para-criar-historias-em-quadrinhos/
http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/curiosidades/cinco-sites-para-criar-quadrinhos-online/
Tuesday, February 09, 2016
Utilização de Histórias em Quadrinhos em sala de aula?
E para fechar eu acho que a sugestão mais interessante:
Observatório de Histórias em Quadrinhos
Sunday, January 31, 2016
Linkedin revela as habilidades mais procuradas no Brasil e no mundo em 2015
A rede social Linkedin acaba de revelar o ranking das habilidades mais procuradas por recrutadores em 2015.
No Brasil foram:
1. Análise estatística e mineração de dados
2. Desenvolvimento mobile
3. Segurança de qualidade (QA) de software e teste de usabilidade
4. Logística
5. Arquitetura da web e frameworks de desenvolvimento
6. Middleware e softwares de integração
7. Engenharia e armazenamento de dados
8. Segurança da informação
9. Recursos humanos (benefícios e compensações)
10. Direito empresarial e governança
11. Segurança no trabalho
12. Design de interfaces
13. Desenvolvimento de aplicativos para Microsoft
14. Business Intelligence
15. Sistema de Controle de Revisão (SCR)
16. Recrutamento
17. Políticas públicas e relações internacionais
18. Engenharia de materiais
19. Perl/Python/Ruby
20. Desenvolvimento em Java
21. Desenvolvimento de negócios e gestão de relacionamento
22. Marketing em mídias sociais
23. Marketing digital
24. Modelagem de software e design de processos
25. Linguagens de shell scripting
Interessante observar que muitas são ligadas a área de TI. Para mais informações confira os links abaixo, boa leitura!
The 25 Skills That Can Get You Hired in 2016
As competências mais buscadas por recrutadores no LinkedIn
Sunday, January 24, 2016
Receita-se: uso diário de videogames
Friday, January 15, 2016
Gestão em tempo de crise: Que atitude tomar?
Wednesday, November 06, 2013
Invista em seu conhecimento!
- Administração Financeira (Administração e Planejamento de Finanças Pessoais, Análise de Balanços, Contabilidade Empresarial e Matemática Financeira);
- Informática (Banco de Dados, Desenvolvimento de Aplicativos, Governança de TI, Sistemas Operacionais, Office, Segurança da Informação);
- Cursos de Aperfeiçoamento/Comportamentais (Comunicação Escrita, Criança mais Segura na Internet, Currículo sem Segredo, De Acordo com o Novo Acordo, Dinâmicas e Testes na Seleção, Entrevista: Como encará-la!, Postura e Imagem Profissional e TI na Educação.
Tuesday, September 24, 2013
Curso gratuito online promove o uso de Recursos Educacionais Livres e Educação Aberta
Tuesday, June 25, 2013
Os nativos digitais estão acostumados a uma interatividade diferente
Thursday, February 21, 2013
Você sabe o que são Recursos Educacionais Abertos?
Conheça mais detalhes sobre os REA:
No vídeo abaixo a professora Débora Sebrian fala sobre o tema durante o Simpósio Hipertexto 2012.
Se você ficou curioso e deseja saber mais sobre o tema, visite a página do REA Brasil e aprenda mais sobre Recursos Educacionais Abertos.
Sunday, January 06, 2013
Pesquisa indica que jogo online pode melhorar a cognição de idosos
O Departamento de Psicologia da Universidade Estadual da Carolina do Norte afirma que jogar World of Warcraft com frequência pode trazer muitos benefícios para os idosos, como uma melhora na capacidade de concentração e na orientação espacial, segundo novos estudos realizados sobre os benefícios que os jogos de computadores proporcionam à cognição humana.
World of Warcraft é o MMORPG mais famoso do mundo. MMORPG é uma sigla em inglês que define jogos que reúnem uma grande quantidade de usuários interagindo através da internet, realizando aventuras onde conquistam diversos atributos durante o desenrolar do jogo, como força, magia e vitalidade, enquanto exploram vastos mundos repletos de mistérios, com diversas possibilidades e caminhos para trilhar.
Como foi realizado o estudo:
O estudo contou com a participação de 39 adultos com idades entre 60 e 77 anos. Primeiro, eles passaram por um teste que avaliou a capacidade de concentração e orientação espacial do grupo. Após o teste, metade do grupo jogou por aproximadamente 14 horas World of Warcraft distribuídas durante duas semanas, enquanto a outra metade seguiu sua rotina normal, sem ter acesso ao jogo. Após este período, o grupo voltou a fazer o teste e foi detectada uma melhora de aproveitamento no grupo que ficou as duas semanas jogando World of Warcraft, principalmente nas pessoas que não haviam se saído tão bem quando realizou o teste pela primeira vez.
Comparando o resultado do teste nos dois grupos, o Dr. Jason Allaire, um dos responsáveis pela pesquisa, afirmou que o que mais chamou a sua atenção foi que as pessoas que tiveram o pior desempenho no primeiro teste, após as duas semanas jogando em casa, obtiveram um melhor resultado, melhorando sua capacidade de concentração e orientação espacial.
Se você também tem dificuldades de concentração e orientação espacial, quem sabe jogar um pouco no computador games no estilo do World of Warcraft pode passar a ser muito mais do que apenas se divertir e relaxar das correrias do dia-a-dia. Só não use esta pesquisa como desculpa para passar muitas horas no computador, é sempre importante lembrar que uma rotina de exercícios físicos e uma alimentação balanceada são fundamentais para a saúde.
Fonte: O estudo chama-se "Individual differences in response to cognitive training: Using a multi-modal, attentionally demanding game-based intervention for older adults", foi publicado na revista Computers in Human Behavior e pode ser adquirido no site http://www.sciencedirect.com.
Monday, November 05, 2012
Professor critica uso de tecnologia por crianças
Tuesday, January 17, 2012
"Sou da opinião que a criatividade, hoje, é tão importante na educação quanto a alfabetização e de que devíamos tratá-la com a mesma importância."
Palestra muito interessante proferida no TED sobre o tema "Escolas matam a criatividade?"
Parte 1:
Parte 2:
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Abração a todos.




